Oi, meu nome é Jonatan Fabrício Antunes dos Santos, eu tenho esse nome de pobre, mas um dia serei rico e mudarei essa porcaria u_u'. Nasci em Porto Alegre, em 23 de agosto de 1993. Creio que foi a principal coisa que me aconteceu *-*. E agora pedem-me que fale sobre mim mesmo, hm. Bem! eu sempre achei que toda confissão não transfigurada pela arte é indecente [veja que frase culta que eu escrevi *-* -qq]. Minha vida está nos meus atos, nos meus gestos, nos meus poemas, [no meu quarto também, se quiseres me visitar lá qualquer dia desses ;9 ahtri >.<] Meus poemas são eu mesmo, nunca escrevi uma vírgula que não fosse uma confissão. Ah! mas o que querem são os detalhes mais sórdidos, as crueldades que pratico, as fofocas não é? Aí vai: eu vejo gente morta G_G tá, parei ;x enfim, estou com 17 anos, mas sem idade. Idades só há duas: ou se está vivo ou morto. Neste último caso é idade demais, pois foi-nos prometida a ETERNIDADE. Nasci no rigor do inverno ;s talvez por isso eu não sinta taaaanto frio às vezes .-. mas prefiro citar a opinião dos outros sobre mim. Dizem que sou modesto. -q Pelo contrário, sou tão orgulhoso que acho que nunca escrevi algo à minha altura. Porque poesia é insatisfação, um anseio de auto-superação. Um poeta satisfeito não satisfaz. Dizem que sou tímido. -q Sou é calado, introspectivo. Não sei porque sujeitam os introvertidos à tratamentos. Só por não poderem ser chatos como os outros? Ok, ok, esse não sou eu! na verdade, eu falo demais, dizem que eu gosto de aparecer, dizem que eu sou polêmico, dizem que eu sou bonito, dizem que eu sou feio, dizem que eu devo me matar, dizem que eu sou engraçado.. enfim, perambulam, por vários lugares, verdades e mentiras à meu respeito. Mas agora, vais saber a verdade sobre mim. Sem mais delongas: eu não sei quem sou! as únicas informações que possuo sobre mim mesmo estão descritas acima, eu juro! por várias e várias vezes tentei, eu, decifrar o meu próprio código, descobrir, enfim, quem sou. Querem saber o que descobri? NADA! Técnicamente, nada. Porque eu estou em constante mudança, eu nunca sei o que vai acontecer daqui dois minutos, ou dois anos. Posso até planejar algo, como sair tal dia com fulano e beltrana, mas ninguém tem certeza que isso acontecerá, só teremos certeza logo após a consumação do ato. Eu páro, às vezes e me pergunto o que tinha por aqui antes de eu nascer(?). Todos têm uma ideia de como era há quinze, vinte anos atrás. mas quem tem menos do que esses quinze, vinte anos não sabe como era, verdadeiramente, porque não vivenciou aquilo. Me pergunto, também, como será daqui quinze anos(?). Eu sei que eu estarei adulto, se vivo estiver, é claro. Terei minha família, minha esposa, se alguma mulher quiser se casar comigo. Terei filhos, isso se Deus me der saúde até lá. Creio, eu, que vou receber a graça de realizar todos os meus planos feitos até agora. Mas e se não der certo? E se tudo for perdido? O que fazer, pra onde ir? Muitas pessoas, até hoje realizaram as chamadas AUTOBIOGRAFIAS. Rabiscando acerca de suas vidas, ora exclamando à todos que quiserem ler: "Ei, eu fiz isso, fiz aquilo!" E que orgulho tu deves ter disso?, ora confessando: "Fiz aquilo outro, mas me arrependi e mudei, etc." E que vergonha tu deves ter de tudo aquilo que fizestes de errado? A vida, mesmo que vivida, não tem como ser colocada em um pedaço de papel. Mas, de muitas formas, podemos nos expressar, mostrar quem e como somos. Nossos hábitos, nossos aspectos mais peculiares, até os mais comuns. E por enquanto é isso, o pouco que vivi, o muito que vivi, as coisas que vi, que senti não podem ser expressas com míseras palavras, sem menosprezo para com as palavras, que sempre estiveram comigo, as únicas que nunca me abandonaram. Esse sou eu, essa é a minha vida.
por: fabrício .
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