final do ano letivo chegando. fiz provas, fiz trabalhos, fiz quase tudo que me foi solicitado. tirei notas na média pra cima. um ano letivo como todos os outros, normal! "é o terceiro ano, eu to me formando, vou pra faculdade ano que vem!" a emoção não ia além disso. estresse com relação à formatura, professores querendo impor a vontade deles, e os alunos aceitando. "não me manifestarei novamente, façam o que quiserem". tudo ia correndo normalmente até que "venha pra santa catarina morar comigo, te pago uma faculdade particular". uma ligação mexe com meu interior, com a minha vontade de tornar-me um empresário, com a minha vontade de independência, de realizar-me enfim. os dias vão se passando, o dia da possível viagem se aproxima. amizades serão deixadas pra trás, todos os costumes atuais. "vou me desfazer disso e daquilo, mas vou fazer uma faculdade e virar empresário né." até que, de tanto pensar, notei que não seria assim. notei que não seria faculdade, empresa, família, FELICIDADE! notei que as coisas não seriam nada fácil lá, muito menos aqui. decidi ir! os dias eram devorados pelo tempo, assim como um leão faminto devora uma zebra. despedida, algo que me arrepiava da cabeça aos pés.
tudo marcado, tudo pronto. é amanhã! "como assim? tão de repente! não posso amanhã, porque tenho que ir à um passeio da escola." após momentos de discussão, tudo vai pro ar. não há mais viagem, não há mais mudanças. "tenho que esvaziar minha mochila pra ir ao passeio amanhã." triste e feliz ao mesmo tempo. na expectativa pro passeio do dia seguinte.
domingo, 12 de dezembro de 2010
terça-feira, 30 de novembro de 2010
um dia de domingo
eu preciso te falar, te encontrar de qualquer jeito pra sentar e conversar. depois andar de encontro ao vento. eu preciso respirar o mesmo ar que te rodeia. e, na pele, quero ter o mesmo sol que te bronzeia. eu preciso te tocar e, outra vez, te ver sorrindo. te encontrar num sonho lindo. já não dá mais pra viver um sentimento sem sentido. eu preciso descobrir a emoção de estar contigo. ver o sol amanhecer e ver a vida acontecer. como um dia de domingo. faz de conta que ainda é cedo, tudo vai ficar por conta da emoção. faz de conta que ainda é cedo, e deixar falar a voz do coração. (8)
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
herói
terça, 23 de novembro. 02:06AM.
Somos heróis. Todo mundo precisa de heróis. Nos consideramos heróis. Nosso heroísmo passa de geração pra geração. Nossos problemas, nossas conquistas. Ressureição, dar a volta por cima, vencer o inimigo. Essas coisas. Ninguém é vilão, pelo menos ninguém quer ser. Nós não nos assumimos como pessoas ruins. Há sempre um porém, um motivo. Um não foi minha culpa, ou um mas se não fosse por este motivo, tudo estaria bem. Pense em ti como um vilão. Pense um pouco mais. E se no final das contas, fôssemos exatamente tudo aquilo que negamos ser? E se formos filhos da puta, traidores, oportunistas, interesseiros, invejosos, raivosos, depravados, infelizes, preconceituosos? Se não fôssemos filhos de Deus? Ninguém olhando por nós. Olho por olho e dente por dente. E se os hipócritas não forem realmente hipócritas? Nós sempre erramos. Podemos errar à respeito disso. À respeito de nós mesmos. Imagina-te, um maldito confesso. Sem remorso. Apenas sendo quem tu és. Um maldito. É tão ruim assim? Afinal de contas, todo mundo parece tão vazio e distante. Menos nós. Nós somos os mártires, o estandarte da nobreza do espírito. O orgulho da família, o título mais importante a se conquistar. E se nós fôssemos os hipócritas? Quanto tempo isso duraria? E se nós fôssemos desistentes, deprimidos, frustrados, sempre querendo algo que não temos e não precisamos, se nós amamos pouco, se descartamos os outros. Quem seriam os heróis? Pra onde foi todo mundo? E se a vida não tivesse sentido algum, apenas existência pura e simples e ao acaso? Ou se o amor não fosse amor e só reações químicas que o teu cérebro faz somente pra fazer-te espalhar teus genes tão pateticamente como fazem as flores com o pólen? E se o tempo passasse tão rápido que tu não vê os dias chegarem, e nós iremos morrer em breve e sem nenhuma vida após isso? Nenhum presente, nenhum céu. Preto. Puf!
Tu te perguntas. O que sobraria? Com ou sem sentido, as coisas continuam. Não depende de ninguém. Um dia tu acorda, no outro dia não. Um dia tu tens vontade, no outro dia não. Um dia, tu tentas, no outro desiste. Um dia tu desiste, no outro tu ganhas como um novo herói. Um dia tu tens vontade, no outro tu não acorda. Nunca se sabe. Preto. Puf!
Quando todo mundo está ficando louco, menos tu, quem é o louco? Quem tu escolhe ser, o herói ou o vilão? Tu te perguntas. Tem dias que não parecem dias. São dias que vêm como trégua. Tu senta e não faz nada. E nada. Num dia tu sentes vontade, no outro dia tu queres. Têm dias que não dão trégua. Tem outros que te fazem bem. Mesmo se tu for o vilão.
Somos heróis. Todo mundo precisa de heróis. Nos consideramos heróis. Nosso heroísmo passa de geração pra geração. Nossos problemas, nossas conquistas. Ressureição, dar a volta por cima, vencer o inimigo. Essas coisas. Ninguém é vilão, pelo menos ninguém quer ser. Nós não nos assumimos como pessoas ruins. Há sempre um porém, um motivo. Um não foi minha culpa, ou um mas se não fosse por este motivo, tudo estaria bem. Pense em ti como um vilão. Pense um pouco mais. E se no final das contas, fôssemos exatamente tudo aquilo que negamos ser? E se formos filhos da puta, traidores, oportunistas, interesseiros, invejosos, raivosos, depravados, infelizes, preconceituosos? Se não fôssemos filhos de Deus? Ninguém olhando por nós. Olho por olho e dente por dente. E se os hipócritas não forem realmente hipócritas? Nós sempre erramos. Podemos errar à respeito disso. À respeito de nós mesmos. Imagina-te, um maldito confesso. Sem remorso. Apenas sendo quem tu és. Um maldito. É tão ruim assim? Afinal de contas, todo mundo parece tão vazio e distante. Menos nós. Nós somos os mártires, o estandarte da nobreza do espírito. O orgulho da família, o título mais importante a se conquistar. E se nós fôssemos os hipócritas? Quanto tempo isso duraria? E se nós fôssemos desistentes, deprimidos, frustrados, sempre querendo algo que não temos e não precisamos, se nós amamos pouco, se descartamos os outros. Quem seriam os heróis? Pra onde foi todo mundo? E se a vida não tivesse sentido algum, apenas existência pura e simples e ao acaso? Ou se o amor não fosse amor e só reações químicas que o teu cérebro faz somente pra fazer-te espalhar teus genes tão pateticamente como fazem as flores com o pólen? E se o tempo passasse tão rápido que tu não vê os dias chegarem, e nós iremos morrer em breve e sem nenhuma vida após isso? Nenhum presente, nenhum céu. Preto. Puf!
Tu te perguntas. O que sobraria? Com ou sem sentido, as coisas continuam. Não depende de ninguém. Um dia tu acorda, no outro dia não. Um dia tu tens vontade, no outro dia não. Um dia, tu tentas, no outro desiste. Um dia tu desiste, no outro tu ganhas como um novo herói. Um dia tu tens vontade, no outro tu não acorda. Nunca se sabe. Preto. Puf!
Quando todo mundo está ficando louco, menos tu, quem é o louco? Quem tu escolhe ser, o herói ou o vilão? Tu te perguntas. Tem dias que não parecem dias. São dias que vêm como trégua. Tu senta e não faz nada. E nada. Num dia tu sentes vontade, no outro dia tu queres. Têm dias que não dão trégua. Tem outros que te fazem bem. Mesmo se tu for o vilão.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
BOOM!
quatro e meia da manhã de outra manhã.
Os dias costumam se repetir, o sol nasce em todos eles, mas alguns dias não são tão repedidos assim. Somos viciados em rotina e queremos acreditar que tudo está sob controle. A quebra de um ciclo é como pisar em falso, não ver o degrau, e tu só reparas quando o horizonte à tua frente treme, e sobe um pouco do nível que estava antes. Um baque seco, uma súbita exclamação, um chão que não está lá, ou um poste que tu não vistes. BOOM, te pega de surpresa.
Tu vê luzes piscando amarelas, azuis, vermelas, verdes, purpurina tilintando azul na frente dos teus olhos, o desenho de veias escuras e vermelhas ficando mais nítidas no canto da tua visão a cada pulsação. Uma leve tontura, um zunido no ouvido, e um cheiro de sangue que brota das tuas narinas. Tu nunca te acostuma com isso. Aquele embrulho no estômago e tu leva tuas mãos até o teu rosto. Teu cérebro mandando imagens aleatórias e tentando dar algum sentido pra aquilo no momento de confusão, tu simplesmente não sabes o que dizer.
O mundo vive embreagado no tédio, mas a verdade é que ninguém quer uma parada brusca, uma guinada, um sobressalto. Ninguém quer trocar um problema por outro, um prazer por outro, um problema por prazer, um prazer por um problema. Ninguém quer quebrar o ciclo, nem mudar de vida, nem ser nada maior. Ninguém quer sentir o impacto. Um impacto forte o suficiente faz com que teu cérebro balance dentro do teu crânio como um badalar de sino, e se for forte o suficiente, o teu cérebro esmagado contra a parede da tua prórpria cabeça vai mandar uma descarga elétrica para a tua espinha dorsal e vai fazer com que todos os teus membros entrem em falência instantânea, e que tu percas os sentidos.
Imagine um disjuntor estalando e desligando a força da tua casa para não queimar a tua tv. Isso se chama nocaute. Te pega de surpresa. Tu nunca te acostuma com isso.
Nós passamos a vida evitando o nocaute. Evitando o soco direto vindo no nosso nariz. Soco após soco, apelamos para o clinch até ficarmos exaustos numa luta onde não se ganha por pontos. Ninguém quer desferir o soco, e muito menos alguém quer levar o soco, sair com o olho roxo e apertado reluzente da pele esticada e inchada.
Uma luta infinita de homens e mulheres suados e exaustos e pesados que morrerão frustrados por nunca escutarem o gongo soar. O ciclo jamais se quebra.
Mas existem dias que o sol nasce, e alguém te soca a cara. Tu vê as luzes brancas e amarelas e vermelhas e verdes. Tu cai no chão e descansa.
E acorda pra um adversário melhor.
Os dias costumam se repetir, o sol nasce em todos eles, mas alguns dias não são tão repedidos assim. Somos viciados em rotina e queremos acreditar que tudo está sob controle. A quebra de um ciclo é como pisar em falso, não ver o degrau, e tu só reparas quando o horizonte à tua frente treme, e sobe um pouco do nível que estava antes. Um baque seco, uma súbita exclamação, um chão que não está lá, ou um poste que tu não vistes. BOOM, te pega de surpresa.
Tu vê luzes piscando amarelas, azuis, vermelas, verdes, purpurina tilintando azul na frente dos teus olhos, o desenho de veias escuras e vermelhas ficando mais nítidas no canto da tua visão a cada pulsação. Uma leve tontura, um zunido no ouvido, e um cheiro de sangue que brota das tuas narinas. Tu nunca te acostuma com isso. Aquele embrulho no estômago e tu leva tuas mãos até o teu rosto. Teu cérebro mandando imagens aleatórias e tentando dar algum sentido pra aquilo no momento de confusão, tu simplesmente não sabes o que dizer.
O mundo vive embreagado no tédio, mas a verdade é que ninguém quer uma parada brusca, uma guinada, um sobressalto. Ninguém quer trocar um problema por outro, um prazer por outro, um problema por prazer, um prazer por um problema. Ninguém quer quebrar o ciclo, nem mudar de vida, nem ser nada maior. Ninguém quer sentir o impacto. Um impacto forte o suficiente faz com que teu cérebro balance dentro do teu crânio como um badalar de sino, e se for forte o suficiente, o teu cérebro esmagado contra a parede da tua prórpria cabeça vai mandar uma descarga elétrica para a tua espinha dorsal e vai fazer com que todos os teus membros entrem em falência instantânea, e que tu percas os sentidos.
Imagine um disjuntor estalando e desligando a força da tua casa para não queimar a tua tv. Isso se chama nocaute. Te pega de surpresa. Tu nunca te acostuma com isso.
Nós passamos a vida evitando o nocaute. Evitando o soco direto vindo no nosso nariz. Soco após soco, apelamos para o clinch até ficarmos exaustos numa luta onde não se ganha por pontos. Ninguém quer desferir o soco, e muito menos alguém quer levar o soco, sair com o olho roxo e apertado reluzente da pele esticada e inchada.
Uma luta infinita de homens e mulheres suados e exaustos e pesados que morrerão frustrados por nunca escutarem o gongo soar. O ciclo jamais se quebra.
Mas existem dias que o sol nasce, e alguém te soca a cara. Tu vê as luzes brancas e amarelas e vermelhas e verdes. Tu cai no chão e descansa.
E acorda pra um adversário melhor.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
vem comigo.
por que mentes pra mim? por que tentas te enganar? tu sabes que queres, sabes que eu quero. deixa que pensem o que quiserem pensar. deixa que falem o que quiserem falar. não liga pra o que os outros e outras vão falar e fazer. não tens que dar importância à eles, mas sim, à nós. eu não consigo mais controlar essa vontade. não consigo ficar bravo e não olhar mais na tua cara. não consigo, simplesmente, esquecer e voltarmos a ser bons amigos. eu quero ir além disso. entenda-me que não quero romance, não quero casar, viver um conto de fadas. apenas te quero. não precisa te prenderes à mim, apenas vem comigo.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
codinome beija-flor
eu protegi o teu nome por amor. em um codinome, beija-flor. (8)
que sensação estranha é essa que me passa pelo corpo todo quando te vejo? não sei mais dizer o que é. pra mim, era apenas desejo. desejo e fim. mas agora não me parece apenas isso. não sei dizer se é um desejo fora do comum, ou uma paixão juvenil, ou um grande amor. sei que do teu lado me sinto completo, me sinto bem.
eu não sei de quase nada da vida, não vivi o suficiente. apenas um guri atacando de poeta, de estudioso, de estagiário, de guri mesmo. me perco nos meus pensamentos, me embaralho nos meus sentimentos. ando muito nervoso, preciso de um analista, psicólogo, psiquiatra, algo assim. eu não sei dos teus sentimentos, dos teus pensamentos. sei do que me dizes, do que me demonstras.
não sei mais o que dizer de ti, ou pra ti. me fogem as palavras, e sou limitado nos gestos.
não me importa mais o que os outros pensam ou falam. ou que vão pensar e falar. não mais. mas estou aprendendo a lidar comigo mesmo. estou aprendendo a lidar com meus pensamentos e desejos.
meu futuro depende, na sua maior parte, de mim. mas algumas vezes, já fiz tudo o que poderia fazer. o que me resta agora é esperar. esperar e ver o que a vida tem guardada pra mim, pra ti e pra todos que nos cercam.
meu beija-flor, minha inspiração e motivação daqui pra frente. te amo, pra sempre, beija-flor. <3
que sensação estranha é essa que me passa pelo corpo todo quando te vejo? não sei mais dizer o que é. pra mim, era apenas desejo. desejo e fim. mas agora não me parece apenas isso. não sei dizer se é um desejo fora do comum, ou uma paixão juvenil, ou um grande amor. sei que do teu lado me sinto completo, me sinto bem.
eu não sei de quase nada da vida, não vivi o suficiente. apenas um guri atacando de poeta, de estudioso, de estagiário, de guri mesmo. me perco nos meus pensamentos, me embaralho nos meus sentimentos. ando muito nervoso, preciso de um analista, psicólogo, psiquiatra, algo assim. eu não sei dos teus sentimentos, dos teus pensamentos. sei do que me dizes, do que me demonstras.
não sei mais o que dizer de ti, ou pra ti. me fogem as palavras, e sou limitado nos gestos.
não me importa mais o que os outros pensam ou falam. ou que vão pensar e falar. não mais. mas estou aprendendo a lidar comigo mesmo. estou aprendendo a lidar com meus pensamentos e desejos.
meu futuro depende, na sua maior parte, de mim. mas algumas vezes, já fiz tudo o que poderia fazer. o que me resta agora é esperar. esperar e ver o que a vida tem guardada pra mim, pra ti e pra todos que nos cercam.
meu beija-flor, minha inspiração e motivação daqui pra frente. te amo, pra sempre, beija-flor. <3
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
comer não é fazer amor.
comer é comer. fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido. mas comer é bom pra cacete. comer é aquela coisa que eu te puxo os cabelos da nuca; te chamo de nomes que eu não escreveria aqui; não te viro com delicadeza; não sinto vergonha de ritmos animais. comer é bom. melhor do que comer, só comer por comer. comer sem querer casar, sem querer apresentar pra mãe, sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo. comer porque eu sou o cara que te esquenta a coluna vertebral, te amolece o gingado, te molha o instinto. comer porque a vida é estressante e comer relaxa. comer porque se você não der pra mim hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã. tem pessoas que você vai acabar dando, não tem jeito. comer sem ter que fazer promessas, sem dar muitos carinhos, sem ter que falar em futuro. comer é bom, na hora, durante um mês, sei lá.
mas comer é comer demais e ficar vazio. comer é não ganhar. é não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro. é não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir. é não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: "O que tu acha amor?". é não ter companhia garantida para viajar. é não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia. comer é não querer dormir agarradinho, é não ter alguém para ouvir seus dengos. mas comer é inevitável, coma mesmo, coma sempre, coma muito.
mas além de comer, dê também! mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, dê com gosto uma chance ao amor. esse sim é o maior tesão. esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar. ah o amor!
pra @anaipr <3 he :D
mas comer é comer demais e ficar vazio. comer é não ganhar. é não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro. é não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir. é não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: "O que tu acha amor?". é não ter companhia garantida para viajar. é não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia. comer é não querer dormir agarradinho, é não ter alguém para ouvir seus dengos. mas comer é inevitável, coma mesmo, coma sempre, coma muito.
mas além de comer, dê também! mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, dê com gosto uma chance ao amor. esse sim é o maior tesão. esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar. ah o amor!
pra @anaipr <3 he :D
terça-feira, 14 de setembro de 2010
nem tudo no amor é belo.
nem tudo no amor é belo. o amor é um jogo louco, arriscado, perigoso, excitante, alucinante. duas pessoas que prometem ficar juntas na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, como dizem. mas tudo é mudado com o tempo. o futuro ninguém pode prever. a estrada que você deixa para trás. adiante está o mistério. mas nem tudo no amor é belo. mas vem um escritor, pega sua caneta e escreve, novamente, que tudo no amor é belo.
todo destino é uma mudança. é boa ou ruim. eu joguei minha moeda para dizer que apaixonada por mim você ficaria. mas tudo na guerra é tão frio. você quer ganhar e nunca perder. quando tudo é repudiado, no lado perdedor eu vou jogar. porque nem tudo no amor é belo.
eu nunca deveria ter saído do seu lado. mas vem um escritor, pega sua caneta e escreve, incessantemente, que tudo no amor é belo. mas fique atento à realidade. nem tudo no amor é belo.
todo destino é uma mudança. é boa ou ruim. eu joguei minha moeda para dizer que apaixonada por mim você ficaria. mas tudo na guerra é tão frio. você quer ganhar e nunca perder. quando tudo é repudiado, no lado perdedor eu vou jogar. porque nem tudo no amor é belo.
eu nunca deveria ter saído do seu lado. mas vem um escritor, pega sua caneta e escreve, incessantemente, que tudo no amor é belo. mas fique atento à realidade. nem tudo no amor é belo.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
tua presença
tua presença me faz bem. tua presença me faz uma pessoa melhor e mais feliz. cada olhar, cada carinho. hoje sei que é da tua presença que eu preciso. agora, nada me faz mais feliz que isso.
eu gosto do teu beijo, do teu abraço, de você. não sei se me precisas como te preciso, não sei se me desejas como te desejo, não sei se me amas como te amo. talvez, minha insegurança esteja me impedindo de avançar. já me machuquei demais. mas meu coração não ficaria contente se eu não disser que te quero.
eu gosto do teu beijo, do teu abraço, de você. não sei se me precisas como te preciso, não sei se me desejas como te desejo, não sei se me amas como te amo. talvez, minha insegurança esteja me impedindo de avançar. já me machuquei demais. mas meu coração não ficaria contente se eu não disser que te quero.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
sem título ;$
Né, então u.u eu nunca sei como começar um texto, ou redação e afins. O bom é que quando vejo já comecei, tipo agora! Já escrevi quase três linhas, wii *-* -qn
Eu já não tenho nem palavras pra descrever o quão me fazes bem. Peço à Deus que não deixe tu te afastares de mim. Nunca pensei que um dia estaria assim, na verdade pensei. Mas não contigo. Foi tão de repente, foi tão mágico, tão surreal. Algo me dizia pra não acreditar no que me dizias, por ser tudo que eu sempre quis. Sempre desejei gostar de quem gosta de mim. Sempre desejei alguém que quisesse acompanhar e ser acompanhada. Minha insegurança me atrapalha demais, em tudo! Qualquer decisão que eu tenha que tomar, não a tomo sem medo. Por mínima que seja ela, fico com medo de errar, com medo de arriscar, mas arriscar no errado. Por várias e várias vezes arrisquei, e acabei errando. Acertei algumas, mas as que marcaram mais foram as erradas. Quero, a partir de hoje, marcar minha vida com as escolhas certas. Eu nunca terei certeza absoluta de algo. As únicas certezas que guardo, são meus anseios, meus desejos. E tu estás entre eles. Talvez o mais cobiçado, o mais lindo, o mais sedutor. Digo que nunca terei certeza de nada, pois ninguém sabe o dia de amanhã. Mas não custa tentar adivinhar ou arriscar. Por você não me custa. Meus pensamentos têm se embaralhado ultimamente porque o que está acontecendo comigo hoje, nunca me aconteceu. O que estás me proporcionando, nunca, ninguém me proporcionou. O que eu sempre quis, eu vejo em ti. Dê-me a oportunidade de alcançar tudo isso somente se for deixar comigo. Se não tiveres a intenção de me amar, não faça aumentar essa paixão em mim. Seja como for, te quero sempre comigo. SEMPRE! Talvez tu mudes de ideia daqui um dia, talvez daqui há dez anos. Não sei se estarei pra sempre contigo, mas que fique bem claro: É ISSO QUE EU QUERO! É tu que eu quero, é estar contigo que eu quero. Enfim, não há mais o que se falar. Demonstrar algo com palavras é belo, é lindo. Mas há momentos em que um olhar, um abraço, um beijo, um carinho fala muito mais alto.
p.s.: EU TE AMO <3
Eu já não tenho nem palavras pra descrever o quão me fazes bem. Peço à Deus que não deixe tu te afastares de mim. Nunca pensei que um dia estaria assim, na verdade pensei. Mas não contigo. Foi tão de repente, foi tão mágico, tão surreal. Algo me dizia pra não acreditar no que me dizias, por ser tudo que eu sempre quis. Sempre desejei gostar de quem gosta de mim. Sempre desejei alguém que quisesse acompanhar e ser acompanhada. Minha insegurança me atrapalha demais, em tudo! Qualquer decisão que eu tenha que tomar, não a tomo sem medo. Por mínima que seja ela, fico com medo de errar, com medo de arriscar, mas arriscar no errado. Por várias e várias vezes arrisquei, e acabei errando. Acertei algumas, mas as que marcaram mais foram as erradas. Quero, a partir de hoje, marcar minha vida com as escolhas certas. Eu nunca terei certeza absoluta de algo. As únicas certezas que guardo, são meus anseios, meus desejos. E tu estás entre eles. Talvez o mais cobiçado, o mais lindo, o mais sedutor. Digo que nunca terei certeza de nada, pois ninguém sabe o dia de amanhã. Mas não custa tentar adivinhar ou arriscar. Por você não me custa. Meus pensamentos têm se embaralhado ultimamente porque o que está acontecendo comigo hoje, nunca me aconteceu. O que estás me proporcionando, nunca, ninguém me proporcionou. O que eu sempre quis, eu vejo em ti. Dê-me a oportunidade de alcançar tudo isso somente se for deixar comigo. Se não tiveres a intenção de me amar, não faça aumentar essa paixão em mim. Seja como for, te quero sempre comigo. SEMPRE! Talvez tu mudes de ideia daqui um dia, talvez daqui há dez anos. Não sei se estarei pra sempre contigo, mas que fique bem claro: É ISSO QUE EU QUERO! É tu que eu quero, é estar contigo que eu quero. Enfim, não há mais o que se falar. Demonstrar algo com palavras é belo, é lindo. Mas há momentos em que um olhar, um abraço, um beijo, um carinho fala muito mais alto.
p.s.: EU TE AMO <3
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
e daí?
flashes e mais flashes passam por minha mente milhares de vezes por segundo! estou atormentado e sem saber como fazer. porque o que fazer, eu sei. são tantas coisas, que não sei por onde começar. me sinto pressionado pela sociedade, pelos meus amigos, pelos meus familiares e, sobretudo, por mim. esse é o que mais me cobra, o que mais me toma as energias. meu futuro, talvez seja a minha maior preocupação. quero poupar meus amores de acontecimentos dolorosos e tenho assolado a mim mesmo em troca disso. esse escudo que desde já preparo para meus amigos, irmãos, futuros filhos, futura esposa e outros, não durará para sempre. um dia eles cairão e se machucarão. e eu nada poderei fazer. não quero superprotegê-los. eles precisam aprender a lidar com a vida. não quero ser, eu, o mimador e bajulador. quero ajudar. quero fortalecer. muitos me dizem o que fazer e como fazer. aceito e concordo com quase todas as opiniões a mim colocadas. mas não quer dizer que as seguirei. sou teimoso para uns, pulso firme para outros; imaturo para uns, prematuro para outros. esse escudo protetor, um dia, cairá diante de vós, já sem vida. triste ficarei por não ter mais poder de atuação nas vidas que me rodeavam. mas ficarei muito mais que satisfeito quando ver que tudo foi válido, que tudo deu certo, que meu esforço e amor não foram à toa. mas e se acaso nada for como o planejado? e se tudo der errado? e se a vontade de Deus não for essa? E DAÍ?
dando certo ou não, fiz o que pude para que vós vivêsseis em paz.
dando certo ou não, fiz o que pude para que vós vivêsseis em paz.
meus medos
ah, o medo novamente toma conta de minha mente e meu pensar. quando pensei que tinha me livrado dessa insegurança de me relacionar com as pessoas, o estava fazendo em meu imaginário. nunca tive amigos, os que tive foram pra lá e eu cá. nunca tive namoradas, as que tive não existem ainda. digo isso, pois nenhuma delas me fez o que meu coração ansiava. no começo, todas exatamentes iguais: quase que perfeitas. me faziam bem com sua presença, saciavam meus olhos com sua beleza sempre explendorosa. tu me fazes sentir a mesma coisa. mas há em ti, algo que nunca senti, verdadeiramente, em nenhuma outra pessoa. eu ouvi palavras de amor e carinho, sim. ouvi palavras de companheirismo e conforto, sim. mas nunca senti em meu mais íntimo, o que tu me fazes sentir. quando vejo que algo pode realmente dar certo, fico feliz. mas logo me vejo inseguro pois tenho que arriscar. tenho medo de me machucar, como todas as outras vezes em que arrisquei. mas te amo de tal maneira que, prefiro, eu, me machucar do que machucar a ti pensando que, em mim, encontraria felicidade.
o que fazer, pra onde ir?
Ele sabia, sabia que não conseguiria se manter tão forte quanto desejara. Não achou nada surpreendente ao chegar em casa, segurando as lágrimas e ser totalmente dominado pelo sentimento de fracasso. Isso era comum pra uma pessoa tão sem graça e tão previsível quanto ele. Parecia que a vida sempre lhe dava obstáculos ainda maiores. O quanto forte ele teria de ser? Até quando poderia suportar? O seu coração estava totalmente vazio, com batimentos descompassados, que às vezes conseguia manter um ritmo acelerado, mas, que minutos depois se entregava ao desespero. Vontade de gritar, de mostrar ao mundo tudo o que sente, como ele não é adaptado aqui. Como ele não está feliz. Como ele quer que o medo e a angústia parem de gostar da sua companhia e como ele não gostaria de simplesmente deixar a vida passar. Ele precisa se encontrar, mas quando, como, onde? As dúvidas vão, a cada dia, corroendo e consumindo o pouco de vida que ainda lhe resta.
amar confunde
Amar confunde. E agora me vejo perdido entre sentimentos e incertezas. Será que tu sente o mesmo? Será que é verdadeiro? Será que vai passar? Será que vai continuar? Pra sempre? Eu queria apenas respostas, mas você só me dá mais perguntas. E mesmo sem respostas, decidi prosseguir. Sem olhar pra trás, sem lembrar daquelas perguntas e, apenas viver enquanto existir o amor. E se não for, não era pra ser. Isso não seria errar, seria experimentar e aprender. Mas que eu possa estar preparado para tudo, até para se decepcionar e magoar, profundamente. E preparado também pra receber o mais inesperado, o teu sim.
o não amor
Estando parado perante à tantos problemas, percebi uma luz. Uma luz, que com tanta escuridão, está sendo engolida, aos poucos, e está escurecendo meus pensamentos, meus dias de sol. Minhas vontades repentinas, meus estranhos desejos estão sendo eximados. Não se sabe o porquê, mas se sabe pelo quê. A entrada de uma outra pessoa em minha vida, naquele instante, seria como a perfeição que não existe. A aparição de uma luz em minha vida, seria como um milagre presenciado. Bastou apenas a presença de uma outra pessoa para tudo isso acontecer. Não foi programado, muito menos avisado, mas aconteceu. Sofri muito antes de sua aparição, agora sofro com a indecisão. Aquela de arriscar ou não. Se arriscar, posso meus desejos realizar, se não arriscar, chorando continuarei. Arrisquei. Recebi minha notícia tão esperada. Me vi em rios de lágrimas, mas ao contrário do que pensaram, eram lágrimas de tristeza, onde, muitos não entendiam porquê.
mas não interessa se todos entendiam ou não. Se entendessem o porquê de estar assim, poderiam conhecer esse sentimento. Sentimento que só eu mesmo sabia, que só eu sentia, sim, o não amor. Eu agora não amo; eu agora não vivo; eu agora não vejo cores; eu agora não posso levantar da cama, sorrir e dizer bom dia. O que o não amor não faz, não é?
mas não interessa se todos entendiam ou não. Se entendessem o porquê de estar assim, poderiam conhecer esse sentimento. Sentimento que só eu mesmo sabia, que só eu sentia, sim, o não amor. Eu agora não amo; eu agora não vivo; eu agora não vejo cores; eu agora não posso levantar da cama, sorrir e dizer bom dia. O que o não amor não faz, não é?
apenas sentimento
Me vejo todos os dias com pensamentos demais na cabeça. Penso nas minhas notas escolares, penso na minha família, penso em problemas de saúde, penso no cachorro que não tenho, penso em ti. Das minhas vinte e quatro horas diárias, posso dizer que, pelo menos seis, são dedicadas à pensar em ti. Mesmo imaginando que isso não vai dar certo, não sei o porquê, eu só não consigo te tirar da minha cabeça. Passo o dia todo imaginando que tu queres estar do meu lado, que tu queres sorrir pra mim, que eu posso te encher de frases lindas, de palavras de conforto, ou um “simples” te amo, que no fim, não é tão simples assim. Não pra mim, que não enxergo essa frase ou sentimento como uma coisa qualquer. Pra eu dizer te amo pra alguém, esse alguém tem que ser alguém muito especial. Não um alguém qualquer, tanto que, eu disse EU TE AMO pra ti. Tanto por tu não seres só mais um alguém qualquer, é que eu não consigo te esquecer. Agora chega de brincadeira e vem comigo pra escutar um te amo, todos os dias, sincero de alguém que te ama.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
eu idiotão
bem, não sei como começar. wii *-* agora já comecei! \õ/ -N eu vou postar mesmo sem minha criatividade. pedi pra me mandarem notícias, me ajudarem. mas NINGUÉM foi capaz de comentar aqui, mandar um reply no twitter, recado no orkut ou pvt no messenger. odeio vocês -'- ahtri >.<' tõ de brincs! amo vocês, porque vocês estão lendo essa merda aqui õ/ mas sem fiukagem! quem viu o @felipeneto no youtube, sabe do que estou falando. migs, tenho que desabafar! :/ eu não sei o que está havendo comigo. pensava que tinha esquizofrenia, eram meus pensamentos me falando como agir; pensava que tinha bipolaridade, eram só uns filha da puta me estressando quando estava bem _|_; pensava que tinha alzheimer, mas.. mas.... mas... esqueci poxa! D: -NN eu mudo a cada dia. há dias que quero ser romântico e carinhoso, há dias que eu quero ser mlk piranha ;g ( mlk = moleque, nem me perguntem o porquê de "mlk". perguntem aos txuntxás ;x ), há dias que quero ser sarcástico e irreverente, há dias que quero ser sério e profundo com minhas palavras. há dias que quero não me importar com nada e aproveitar tudo ao máximo, há dias que quero pensar no meu futuro, o que fazer, como fazer? uma coisa que mudou bastante foi meu relacionamento com o sport club internacional. há uns seis meses atrás eu era o chamado "turista". comparecia só nos jogos mais importantes, não morria de tristeza quando via meu time perder. e nesses últimos seis meses, me aproximei do clube. me associei, comecei a ir em todas as partidas do beira-rio, TODAS mesmo. e não há palavras pra explicar a emoção de estar no estádio vendo teu time jogar. quem vai, sabe como é. quem sentiu a adrenalina subir virgtiginosamente a cada jogo da libertadores no beira-rio, sabe como é. há dias que quero ser colorado. não quero ser mais nada além disso. não quero ser nerd, culto, engraçado, ou qualquer outro personagem. quero me dedicar somente ao time. mas é só um time. quem tem bom senso há de concordar comigo que é uma empresa que tu patrocina indo aos jogos, comprando produtos, contribuindo mensalmente, se sócio for. mas faz parte da cultura estado, do país, do mundo! então não é de inteira loucura amar tão intensamente tal time. muitas coisas me trazem alegria, e o internacional de porto alegre é o campeão de me trazer alegrias. campeão de trazer alegrias, campeão de tudo! DA-LHE \õ/ parei. enfim, são tantas as personalidades em um eu apenas. são diversos os caminhos que a vida nos coloca, cabe a nós escolhermos um a trilhar. eu, particularmente, quero ser feliz. e se não estiver satisfeito com algo, tudo estará, ou tornar-se-á confuso na minha vida. legal, falei e falei e falei, mas não disse nada! anida etsou consufo -N e não sei como terminar esse post. D: que tal um vídeo meu fazendo striptease? ;g tõ de brincs '-' um tchau tá de bom tamanho né? então tchau! isso é tudo pessoal. :*
criatividade, cadê você?
estou feito um vegetal. ou melhor, feito um robô. preciso voltar a ter aquela personalidade forte, meu jeito despojado (atitudes mongolóides). gostava dela, eu falava bastante porcarias, as pessoas riam e eu me sentia bem em fazer as pessoas rirem.
sou muito melhor falando e agindo, do que escrevendo. por isso, pensei em fazer um vlog. mas é modinha demais! acho que seria bem bacana, mas depois do @felipeneto, todos querem ser vlogueiros, _|_ vão se foder! tem que saber o que vai falar na frente da merda da câmera. e ter algo de interessante, algo que prenda as pessoas na frente do computador.
eu tenho vontade de fazer um vlog, mas não sei quais assuntos abordar. não pode ser NADA parecido com o vlog do @felipeneto, nem com o do @pecesiqueira. por quê? porque esses posers de merda só conhecem o @felipeneto e o @pecesiqueira! garanto que não conhecem mais nenhum vlogueiro, mas dizem que são fãs de vlogs. meu pau _|_ -n
faz um bom tempo que eu estou procurando a minha criatividade, anteriormente espantosa. ela fugiu de mim, sem sequer deixar pistas. D:
é bem provável que alguns migs me digam acerca desse post aqui: "nóssan, mais como assim?!?!?!?! muinto criiativo esse seu post, eu ashei engraçado bagarai" vão dar a bunda po! ;x é só um desabafo, um modo de expressar minha tristeza por não ter mais aquela criatividade tão indecente. D:
enfim, eu não sei o que estou falando. vocês não têm nada que ver com isso! eu vou me foder sozinho procurando ela! u_u' se bem que foder sozinho é masturbação, é .-.
vou dar a descrição: enorme, bonita, linda, maravilhosa, oscila entre multicores e um cinza nebuloso. se você viu minha criatividade por aí, deixe-me um comentário aqui, ou um reply no twitter, ou um recado no orkut, ou pvt no messenger. deverá conter no comentário|reply|recado e afins: seu nome, seu RG, seu CPF, seu endereço, seu telefone (se for mulher), seu site de joguinhos favorito e seu site pornô favorito -NNNN
bj :*
sou muito melhor falando e agindo, do que escrevendo. por isso, pensei em fazer um vlog. mas é modinha demais! acho que seria bem bacana, mas depois do @felipeneto, todos querem ser vlogueiros, _|_ vão se foder! tem que saber o que vai falar na frente da merda da câmera. e ter algo de interessante, algo que prenda as pessoas na frente do computador.
eu tenho vontade de fazer um vlog, mas não sei quais assuntos abordar. não pode ser NADA parecido com o vlog do @felipeneto, nem com o do @pecesiqueira. por quê? porque esses posers de merda só conhecem o @felipeneto e o @pecesiqueira! garanto que não conhecem mais nenhum vlogueiro, mas dizem que são fãs de vlogs. meu pau _|_ -n
faz um bom tempo que eu estou procurando a minha criatividade, anteriormente espantosa. ela fugiu de mim, sem sequer deixar pistas. D:
é bem provável que alguns migs me digam acerca desse post aqui: "nóssan, mais como assim?!?!?!?! muinto criiativo esse seu post, eu ashei engraçado bagarai" vão dar a bunda po! ;x é só um desabafo, um modo de expressar minha tristeza por não ter mais aquela criatividade tão indecente. D:
enfim, eu não sei o que estou falando. vocês não têm nada que ver com isso! eu vou me foder sozinho procurando ela! u_u' se bem que foder sozinho é masturbação, é .-.
vou dar a descrição: enorme, bonita, linda, maravilhosa, oscila entre multicores e um cinza nebuloso. se você viu minha criatividade por aí, deixe-me um comentário aqui, ou um reply no twitter, ou um recado no orkut, ou pvt no messenger. deverá conter no comentário|reply|recado e afins: seu nome, seu RG, seu CPF, seu endereço, seu telefone (se for mulher), seu site de joguinhos favorito e seu site pornô favorito -NNNN
bj :*
sport club internacional - libertadores 2010
tantos sentimentos pra expressar, tantas palavras pra dizer, que não sei por onde começar. tudo começou no campeonato brasileiro do ano de dois mil e nove. ué? não teria começado na estreia do time na libertadores? NÃO! pois foi no brasileiro que conquistamos a vaga, conquistamos pela terceira vez seguida o vice campeonato. mas, de fato, se inicou a libertadores, para nós, no dia vinte e três de fevereiro contra o emelec. estreia com vitória magra de 2 x 1, contra um time fraco, dentro de casa.
na segunda partida, no dia onze de março contra o deportivo quito, arrancamos um empate de 1 x 1 fora de casa, lembrando de PATO ABBONDAZIERI, que anulou um pênalti à favor dos equatorianos. um lance no qual Pato foi limpo, na bola, sem falta, e o árbitro a marcou em favor do deportivo. ao invés de reclamar e esbravejar contra o juíz, Pato com sua experiência foi até o auxiliar e o convenceu. o auxiliar chamou o árbitro, que anulou o pênalti.
veio a terceira partida, veio mais um empate fora, 0 x 0 contra o cerro. no jogo do beira-rio, vencemos o mesmo cerro por 2 x 0. até aí somamos oito pontos, com duas vitórias e dois empates. depois disso, na quinta partida, enfrentamos o emelec fora da casa, empatando em 0 x 0. na última partida por pontos corridos, vencemos por 3 x 0 o time do deportivo quito. essa partida foi de embaralhar a cabeça. se vencessemos por um gol jogaríamos com fulano; se por dois gols, enfrentaríamos beltrano; por três, pegaríamos cicrano. vencíamos por 2 x 0, o forte cruzeiro nos esperava nas oitavas. o frio visitava minha barriga, quando o AMULETO RUBRO chamado GIULIANO marcou o terceiro gol, tirando o cruzeiro do nosso caminho, colocando assim, o desconhecido banfield da argentina. não foi a mais luxuosa das atuações coloradas, mas avançamos em primeiro lugar do grupo cinco, com doze pontos.
o primeiro jogo na argentina tem uma tradução: susto. levamos 3 x 1 do, até então, desconhecido banfield. logo depois do jogo, me bateu a tristeza. será que nosso sonho terminaria ali? será que poderíamos reverter o placar do jogo da argentina? não me importava mais! comprei meu ingresso no dia do jogo. muitos estavam desacreditando, inclusive eu. graças à Deus, alguns não acreditavam na vitória, pois assim sobrou-me ingresso e pude pular no cimento frio do gigante, pude gritar que seria campeão do continente vendo os 2 x 0 do meu inter. depois desse jogo fiquei mais que confiante.
as lágrimas iam querendo escorrer em meu rosto, quando aos quarenta e três minutos da etapa complementar, Sorondo marca de cabeça, fazendo 1 x 0 pro colorado contra o Estudiantes. foi uma vitória fraca, um jogo dramático, mas era contra o atual campeão da américa. no jogo da argentina, me assustei como não tinha me assustado contra o banfield. eu via o time campeão do continente jogando contra um time juvenil, assustado, com medo de sair pro jogo. marcava, o placar, dois prós pro Estudiantes de La Plata e NADA pra o meu inter. e eu me perguntava como nada pro meu inter? zero? não pode ser assim! esse é o meu time, eu quero esse título! não abro mão! e entrou na segunda etapa o AMULETO RUBRO GIULIANO, marcando, em meio à fumaça, o gol que matava o campeão da américa, o gol que colocava o inter nas semi-finais da Libertadores. 2 x 1 pros Estudiantes, e a classificação pros Professores. o trocadilho é falho, mas é válido. fim do jogo, as lágrimas vieram. não pude me conter. eu enxergava a taça logo adiante, minha vista embaçada pelas lágrimas, que insistiam em escorrer, conseguia a ver.
o são paulo estava no nosso caminho, mais uma vez, na libertadores. nunca desejei tanto enfrentar certo time. como todos os outros colorados, o filme de dois mil e seis vinha à mente. o déjà vu era, simplesmente, inevitável. o que me assustava era que a vaga na final seria decidida lá. mas não quer dizer que me deixava menor, ou menos confiante. pelo contrário, me deu muito mais força. veio a copa do mundo. não tinha cabeça pra torcer pela seleção. eu acreditava que o brasil não chegaria ao título. queria logo a MINHA copa do mundo, a libertadores; queria a MINHA seleção, o sport club internacional.
terminou a copa, voltou o frio na barriga, a sensação de título como o de dois mil e seis, o cheiro de taça nova. sem mencionar o explendoroso trabalho de CELSO ROTH, o falado "100%" me deixava ressabiado. e se nos empolgarmos demais, e levarmos um pé na bunda dos paulistas e dar tchau à libertadores? que nada! vi ele comandar o time como ninguém. d'alessandro voltou a ser o grande meia que é, taison se achou dentro de campo, vi o guri correndo, chutando e me lembrei do estadual de dois mil e nove. o que o guri jogou foi uma barbaridade.
mas voltando à libertadores, me vi obrigado a colocar meus pés no chão, faltavam dois jogos contra o são paulo, e em caso de classificação, mais dois contra chivas ou universidad do chile. fui ao beira-rio e vi meu time jogando que nem gente grande, pra cima, com ímpeto, vontade de vencer mesmo. vi, também, um são paulo acuado, com medo, na retranca. assim como o inter, um são paulo totalmente diferente de antes da copa. graças ao SENHOR DEUS, o meu inter mudou pra melhor, e os paulistas, pra pior. o inter ficou o primeiro tempo inteiro no quase. a bola teimava em não passar da linha do gol. e como de costume, entrou na segunda etapa o AMULETO RUBRO GIULIANO. marcando o gol que fez o gigante pular, urrar de alegria e felicidade, mais do que tudo, de alívio. eu olhei pra cima, fechei meus olhos por um momento, e me veio o ano de dois mil e seis à cabeça, MAIS UMA VEZ! o fim do jogo chegou: 1 x 0 pro nosso colorado, e junto com ele, a expectativa pra próxima partida.
em são paulo, o time da casa jogou como um time de libertadores joga. mas o inter não cometeu o mesmo erro que os são paulinos cometeram no beira-rio, não ficamos acuados, lá atrás na defensiva. saímos pro jogo. vi tinga jogar como um garoto, vi guiña correndo e roubando a bola, vi sandro neutralizando fernandão no meio, vi bolívar fechar a porta atrás, e, INFELIZMENTE, vi o grande goleiro Renan falhando feio, dando um gol de presente pro são paulo. todo o esforço, todo o suor de noventa minutos, o único gol que fizemos em casa, a partir daquele momento, não existia mais. estava tudo igual. nada decidido. fim da primeira etapa, e o começo de uma insegurança desconfortável. veio o segundo tempo, e junto com ele a força, a garra, tudo que é comum no inter, que é comum no futebol gaúcho. D'alessandro bate a falta rasteira, no meio do gol, praticamente. e Alecsandro dá um toque no meio do caminho. involuntário, ou não, foi gol. e se foi gol, "vamo pra galera". pensei eu que, depois daquilo, o são paulo ficaria assustado e nervoso. não conseguindo jogar, dessa maneira. mas nem tinha, eu, terminado de comemorar e o são paulo marca seu segundo gol. e me veio à tona: isso é jogo de libertadores. o tempo parecia não passar, eu via o são paulo mais perto de ampliar, do que de o inter empatar, pelo menos na minha cabeça confusa.
TINGA FOI EXPULSO! fiquei triste por ele ficar de fora da primeira partida da final, mas logo após fiquei aliviado. pois tinha CERTEZA que meu time seria campeão! tudo conspirava à meu favor, à favor de todos os colorados, à favor do time em si.
terminou o jogo! comemorei como se fosse o título continental já, mas não diferente da nação colorada. fomos à escola de vermelho, fomos ao trabalho de vermelho, vestimos vermelho. pois esse é o nosso time, essa é a nossa paixão!
passei a semana seguinte tentando me acalmar, e quando estava à caminho da tranquilidade, fui cutucado por meu irmão dizendo "começou o jogo!" e eu não sabia o que fazer, o que falar, como agir. estava impaciente e agitado. logo fiquei ABISMADO com o gol sofrido aos quarenta e seis minutos do primeiro tempo. a zaga desorganizada, o goleiro adiantado. um gol de cabeça de fora da área?! como isso podia estar acontecendo? tentei me acalmar, e veio o segundo tempo. a grama sintética não atrapalhou, creio que até ajudou. o inter tinha melhor passe de bola com d'alessandro no meio, chegava à frente com mais facilidade. e visivelmente era superior em relação aos mexicanos. uma bola na área e mais uma vez ele lá! o AMULETO RUBRO GIULIANO subiu e empatou de cabeça. não muito depois, mais uma bola na área mexicana, Índio escora de cabeça pra Bolívar, também de cabeça, virar o jogo e fazer uma nação EXPLODIR!
terminou o jogo, eu sentei não acreditando no que estava presenciando. há quatro anos atrás vi meu time ser campeão do continente, e hoje verei novamente? tão cedo assim? será que somos, nós colorados, merecedores de tanta glória? eu tenho a resposta: SIM! pois somos, aproximadamente, cento e seis mil sócios contribuintes, e agora os não sócios? sinceramente, não sei em quantos estamos espalhados pelo mundo. sei que cada colorado vibrou intensamente com a vitória no primeiro jogo da final, fora de casa, de virada.
agora, e o coração? como agir, pensar, fazer o que estava acostumado no dia-a-dia? se dentro de uma semana, estaria no gigante acompanhando a final da libertadores da américa sabendo que meu time seria campeão.
chegou o grande dia. a expectativa, o coração batendo forte, o grito querendo sair pela garganta, o coração transbordando de amores pelo internacional campeão.
o chivas soube se impor, aproveitou a única chance que teve no primeiro tempo: 1 x 0 pros mexicanos. já o meu colorado, criou, criou e não chegou lá. terminou o segundo tempo e a certeza do título não me acalmava. dos quase sessenta mil vermelhos presentes, 90% tinham certeza da virada, do título de campeão. eu sabia que sairía de lá bicampeão, mas estava muito nervoso.
sóbis, sem ritmo, muito marcado, desacreditado por muitos iniciou a festa. mesmo passando desapercebido noutros momentos, sempre gostei de seu futebol, sempre acreditei que faria a diferença. comemorou segurando o braço direito, foi substituído por damião. fiquei preocupado com sóbis. quando imagina o que havia acontecido, vi damião roubar a bola na meia cancha. já pulava, festejando a virada quando o vi partir com a bola dominada em direção ao gol mexicano.
2 x 1 pro inter e a festa cada minuto mais bonita.
quando pensei que o placar já estava definido, a taça já era nossa, vi o AMULETO RUBRO GIULIANO adentrar a área passando por entre dois marcadores mexicanos, um toque de leve e a rede balançou pela terceira vez à favor dos vermelhos. estava destraído olhando a torcida, torcendo, comemorando, pulando, gritando, chorando, cantando a mesma canção junto de milhares de viventes que se dizem COLORADOS quando o deportivo guadalajara descontou nos acréscimos. nesse ponto, nada mais importava! só festa e festa!
a comemoração se estendeu no gigante. enquanto era montado o palco, fogos de artifício ilustravam o céu acima de mim, jogadores comemoravam no gramado, jornalistas tentavam fazer seu trabalho, foi tudo tão lindo. a comemoração se estendeu até altas horas do lado de fora, na avenida göethe, no estado inteiro, no país, no mundo. o grito de "é campeão" ecoou por todas as partes. essa é a tua vez colorado. essa é a tua década. esperei quatro anos pra ver meu time mais uma vez campeão da américa. agora imagine aqueles que esperaram doze anos de um título para o outro, imagine aqueles que não viram seu time campeão da américa, imagine aqueles que viram, mas eram muito pequenos para terem lembranças de tal acontecimento. o que posso dizer à esses? tenho pena, pena de todos eles. e tu colorado? tu é um privilegiado! aproveita! não são muitos os torcedores que vivem tais emoções tão regularmente assim.
EU ACREDITAVA, EU ACREDITEI, EU ACREDITO E, EM TI, SEMPRE ACREDITAREI! TE AMO MEU INTER! ♥
ABU DHABI NÓIX EM DEZEMBRO! VAMOS LUTAR ATÉ MORRER, SEREMOS CAMPEÕES ♫
um abraço, @fa__santos.
na segunda partida, no dia onze de março contra o deportivo quito, arrancamos um empate de 1 x 1 fora de casa, lembrando de PATO ABBONDAZIERI, que anulou um pênalti à favor dos equatorianos. um lance no qual Pato foi limpo, na bola, sem falta, e o árbitro a marcou em favor do deportivo. ao invés de reclamar e esbravejar contra o juíz, Pato com sua experiência foi até o auxiliar e o convenceu. o auxiliar chamou o árbitro, que anulou o pênalti.
veio a terceira partida, veio mais um empate fora, 0 x 0 contra o cerro. no jogo do beira-rio, vencemos o mesmo cerro por 2 x 0. até aí somamos oito pontos, com duas vitórias e dois empates. depois disso, na quinta partida, enfrentamos o emelec fora da casa, empatando em 0 x 0. na última partida por pontos corridos, vencemos por 3 x 0 o time do deportivo quito. essa partida foi de embaralhar a cabeça. se vencessemos por um gol jogaríamos com fulano; se por dois gols, enfrentaríamos beltrano; por três, pegaríamos cicrano. vencíamos por 2 x 0, o forte cruzeiro nos esperava nas oitavas. o frio visitava minha barriga, quando o AMULETO RUBRO chamado GIULIANO marcou o terceiro gol, tirando o cruzeiro do nosso caminho, colocando assim, o desconhecido banfield da argentina. não foi a mais luxuosa das atuações coloradas, mas avançamos em primeiro lugar do grupo cinco, com doze pontos.
o primeiro jogo na argentina tem uma tradução: susto. levamos 3 x 1 do, até então, desconhecido banfield. logo depois do jogo, me bateu a tristeza. será que nosso sonho terminaria ali? será que poderíamos reverter o placar do jogo da argentina? não me importava mais! comprei meu ingresso no dia do jogo. muitos estavam desacreditando, inclusive eu. graças à Deus, alguns não acreditavam na vitória, pois assim sobrou-me ingresso e pude pular no cimento frio do gigante, pude gritar que seria campeão do continente vendo os 2 x 0 do meu inter. depois desse jogo fiquei mais que confiante.
as lágrimas iam querendo escorrer em meu rosto, quando aos quarenta e três minutos da etapa complementar, Sorondo marca de cabeça, fazendo 1 x 0 pro colorado contra o Estudiantes. foi uma vitória fraca, um jogo dramático, mas era contra o atual campeão da américa. no jogo da argentina, me assustei como não tinha me assustado contra o banfield. eu via o time campeão do continente jogando contra um time juvenil, assustado, com medo de sair pro jogo. marcava, o placar, dois prós pro Estudiantes de La Plata e NADA pra o meu inter. e eu me perguntava como nada pro meu inter? zero? não pode ser assim! esse é o meu time, eu quero esse título! não abro mão! e entrou na segunda etapa o AMULETO RUBRO GIULIANO, marcando, em meio à fumaça, o gol que matava o campeão da américa, o gol que colocava o inter nas semi-finais da Libertadores. 2 x 1 pros Estudiantes, e a classificação pros Professores. o trocadilho é falho, mas é válido. fim do jogo, as lágrimas vieram. não pude me conter. eu enxergava a taça logo adiante, minha vista embaçada pelas lágrimas, que insistiam em escorrer, conseguia a ver.
o são paulo estava no nosso caminho, mais uma vez, na libertadores. nunca desejei tanto enfrentar certo time. como todos os outros colorados, o filme de dois mil e seis vinha à mente. o déjà vu era, simplesmente, inevitável. o que me assustava era que a vaga na final seria decidida lá. mas não quer dizer que me deixava menor, ou menos confiante. pelo contrário, me deu muito mais força. veio a copa do mundo. não tinha cabeça pra torcer pela seleção. eu acreditava que o brasil não chegaria ao título. queria logo a MINHA copa do mundo, a libertadores; queria a MINHA seleção, o sport club internacional.
terminou a copa, voltou o frio na barriga, a sensação de título como o de dois mil e seis, o cheiro de taça nova. sem mencionar o explendoroso trabalho de CELSO ROTH, o falado "100%" me deixava ressabiado. e se nos empolgarmos demais, e levarmos um pé na bunda dos paulistas e dar tchau à libertadores? que nada! vi ele comandar o time como ninguém. d'alessandro voltou a ser o grande meia que é, taison se achou dentro de campo, vi o guri correndo, chutando e me lembrei do estadual de dois mil e nove. o que o guri jogou foi uma barbaridade.
mas voltando à libertadores, me vi obrigado a colocar meus pés no chão, faltavam dois jogos contra o são paulo, e em caso de classificação, mais dois contra chivas ou universidad do chile. fui ao beira-rio e vi meu time jogando que nem gente grande, pra cima, com ímpeto, vontade de vencer mesmo. vi, também, um são paulo acuado, com medo, na retranca. assim como o inter, um são paulo totalmente diferente de antes da copa. graças ao SENHOR DEUS, o meu inter mudou pra melhor, e os paulistas, pra pior. o inter ficou o primeiro tempo inteiro no quase. a bola teimava em não passar da linha do gol. e como de costume, entrou na segunda etapa o AMULETO RUBRO GIULIANO. marcando o gol que fez o gigante pular, urrar de alegria e felicidade, mais do que tudo, de alívio. eu olhei pra cima, fechei meus olhos por um momento, e me veio o ano de dois mil e seis à cabeça, MAIS UMA VEZ! o fim do jogo chegou: 1 x 0 pro nosso colorado, e junto com ele, a expectativa pra próxima partida.
em são paulo, o time da casa jogou como um time de libertadores joga. mas o inter não cometeu o mesmo erro que os são paulinos cometeram no beira-rio, não ficamos acuados, lá atrás na defensiva. saímos pro jogo. vi tinga jogar como um garoto, vi guiña correndo e roubando a bola, vi sandro neutralizando fernandão no meio, vi bolívar fechar a porta atrás, e, INFELIZMENTE, vi o grande goleiro Renan falhando feio, dando um gol de presente pro são paulo. todo o esforço, todo o suor de noventa minutos, o único gol que fizemos em casa, a partir daquele momento, não existia mais. estava tudo igual. nada decidido. fim da primeira etapa, e o começo de uma insegurança desconfortável. veio o segundo tempo, e junto com ele a força, a garra, tudo que é comum no inter, que é comum no futebol gaúcho. D'alessandro bate a falta rasteira, no meio do gol, praticamente. e Alecsandro dá um toque no meio do caminho. involuntário, ou não, foi gol. e se foi gol, "vamo pra galera". pensei eu que, depois daquilo, o são paulo ficaria assustado e nervoso. não conseguindo jogar, dessa maneira. mas nem tinha, eu, terminado de comemorar e o são paulo marca seu segundo gol. e me veio à tona: isso é jogo de libertadores. o tempo parecia não passar, eu via o são paulo mais perto de ampliar, do que de o inter empatar, pelo menos na minha cabeça confusa.
TINGA FOI EXPULSO! fiquei triste por ele ficar de fora da primeira partida da final, mas logo após fiquei aliviado. pois tinha CERTEZA que meu time seria campeão! tudo conspirava à meu favor, à favor de todos os colorados, à favor do time em si.
terminou o jogo! comemorei como se fosse o título continental já, mas não diferente da nação colorada. fomos à escola de vermelho, fomos ao trabalho de vermelho, vestimos vermelho. pois esse é o nosso time, essa é a nossa paixão!
passei a semana seguinte tentando me acalmar, e quando estava à caminho da tranquilidade, fui cutucado por meu irmão dizendo "começou o jogo!" e eu não sabia o que fazer, o que falar, como agir. estava impaciente e agitado. logo fiquei ABISMADO com o gol sofrido aos quarenta e seis minutos do primeiro tempo. a zaga desorganizada, o goleiro adiantado. um gol de cabeça de fora da área?! como isso podia estar acontecendo? tentei me acalmar, e veio o segundo tempo. a grama sintética não atrapalhou, creio que até ajudou. o inter tinha melhor passe de bola com d'alessandro no meio, chegava à frente com mais facilidade. e visivelmente era superior em relação aos mexicanos. uma bola na área e mais uma vez ele lá! o AMULETO RUBRO GIULIANO subiu e empatou de cabeça. não muito depois, mais uma bola na área mexicana, Índio escora de cabeça pra Bolívar, também de cabeça, virar o jogo e fazer uma nação EXPLODIR!
terminou o jogo, eu sentei não acreditando no que estava presenciando. há quatro anos atrás vi meu time ser campeão do continente, e hoje verei novamente? tão cedo assim? será que somos, nós colorados, merecedores de tanta glória? eu tenho a resposta: SIM! pois somos, aproximadamente, cento e seis mil sócios contribuintes, e agora os não sócios? sinceramente, não sei em quantos estamos espalhados pelo mundo. sei que cada colorado vibrou intensamente com a vitória no primeiro jogo da final, fora de casa, de virada.
agora, e o coração? como agir, pensar, fazer o que estava acostumado no dia-a-dia? se dentro de uma semana, estaria no gigante acompanhando a final da libertadores da américa sabendo que meu time seria campeão.
chegou o grande dia. a expectativa, o coração batendo forte, o grito querendo sair pela garganta, o coração transbordando de amores pelo internacional campeão.
o chivas soube se impor, aproveitou a única chance que teve no primeiro tempo: 1 x 0 pros mexicanos. já o meu colorado, criou, criou e não chegou lá. terminou o segundo tempo e a certeza do título não me acalmava. dos quase sessenta mil vermelhos presentes, 90% tinham certeza da virada, do título de campeão. eu sabia que sairía de lá bicampeão, mas estava muito nervoso.
sóbis, sem ritmo, muito marcado, desacreditado por muitos iniciou a festa. mesmo passando desapercebido noutros momentos, sempre gostei de seu futebol, sempre acreditei que faria a diferença. comemorou segurando o braço direito, foi substituído por damião. fiquei preocupado com sóbis. quando imagina o que havia acontecido, vi damião roubar a bola na meia cancha. já pulava, festejando a virada quando o vi partir com a bola dominada em direção ao gol mexicano.
2 x 1 pro inter e a festa cada minuto mais bonita.
quando pensei que o placar já estava definido, a taça já era nossa, vi o AMULETO RUBRO GIULIANO adentrar a área passando por entre dois marcadores mexicanos, um toque de leve e a rede balançou pela terceira vez à favor dos vermelhos. estava destraído olhando a torcida, torcendo, comemorando, pulando, gritando, chorando, cantando a mesma canção junto de milhares de viventes que se dizem COLORADOS quando o deportivo guadalajara descontou nos acréscimos. nesse ponto, nada mais importava! só festa e festa!
a comemoração se estendeu no gigante. enquanto era montado o palco, fogos de artifício ilustravam o céu acima de mim, jogadores comemoravam no gramado, jornalistas tentavam fazer seu trabalho, foi tudo tão lindo. a comemoração se estendeu até altas horas do lado de fora, na avenida göethe, no estado inteiro, no país, no mundo. o grito de "é campeão" ecoou por todas as partes. essa é a tua vez colorado. essa é a tua década. esperei quatro anos pra ver meu time mais uma vez campeão da américa. agora imagine aqueles que esperaram doze anos de um título para o outro, imagine aqueles que não viram seu time campeão da américa, imagine aqueles que viram, mas eram muito pequenos para terem lembranças de tal acontecimento. o que posso dizer à esses? tenho pena, pena de todos eles. e tu colorado? tu é um privilegiado! aproveita! não são muitos os torcedores que vivem tais emoções tão regularmente assim.
EU ACREDITAVA, EU ACREDITEI, EU ACREDITO E, EM TI, SEMPRE ACREDITAREI! TE AMO MEU INTER! ♥
ABU DHABI NÓIX EM DEZEMBRO! VAMOS LUTAR ATÉ MORRER, SEREMOS CAMPEÕES ♫
um abraço, @fa__santos.
indecisão
Percebo que o que sinto por ti não é recíproco, sinto que estou sozinho quando estou contigo. Isso não é recente, e há muito tempo tem me prejudicado, em tudo! Isso que estou escrevendo pode acabar com todas as esperanças e sonhos que criei em minha imaginação fértil e apaixonada. Mas daqui um tempo, quando superar tudo isso, estarei melhor e mais feliz. O tempo está passando e eu tenho que escolher o que é melhor pro meu futuro, e gostaria que tu fizesse parte dele. Mas não aguento mais desculpas, histórias e todas as coisas que ouço de ti. INDECISÃO, essa bendita palavra toma conta de mim em tudo que eu quero fazer. Toma posse de todas as minhas vontades, e as transforma em pesadelos. Ontem, antes de dormir, fiz planos, muitos planos. Planos que levariam minha vida à um rumo melhor. E dentre esses planos, tu estava num deles. Meu plano com relação a ti era o seguinte: te contar que gosto de ti, e te esquecer. Decidi. Tem coisas na vida, que não precisamos de uma resposta, só precisamos dizer. E foi isso que decidi. Decidi te contar, sem se quer esperar uma resposta e/ou justificativa tua. Pensei, eu, que não preciso de ti realmente pra viver, muito menos pra ser feliz, então decidi fazer isso no dia seguinte. Chegando no dia seguinte, me vi em uma indecisão fatal, com medo que, eu contando isso pra ti, nossa amizade, nosso companheirismo acabasse, e eu nunca mais pudesse te ver novamente. Nos falamos, ainda assim, permaneci calado a maior parte do tempo, e na hora de dizer a verdade, me vi jogado em lágrimas e sentimentos. Não pude te contar. Cada noite que passa, juro pra mim mesmo que no dia seguinte te contarei, mas a cada dia que chega, a indecisão volta a me assombrar. Justamente por ficar muito indeciso com relação a tudo, a coloco em tuas mãos. Agora é tu quem decide, mas não amanhã ou depois, é agora. Talvez agora que está quase sem alguém como eu, sinta falta e fique triste por não ter dado o devido valor, e, talvez, fique surpresa por pensar que sempre estaria à tua disposição.
será que é possível?
será que o amor à primeira vista é realmente possível? sentado no sofá da sala, ele ponderou sobre aquela pergunta pelo que devia ser a centésima vez. lá fora, o sol de inverno há muito tempo se pusera. uma lustrosa e cinzenta neblina era visível pela janela, e, além do vento batendo na vidraça, reinava o silêncio. mas ele não estava sozinho. então se levantou do sofá e atravessou o corredor para olhá-la. enquanto olhava, pensou em deitar-se ao seu lado, no mínimo para ter a desculpa de fechar os olhos. precisava descansar, mas não queria correr o risco de adormecer. assim, observou-a se mexer levemente. pensou outra vez no caminho que os unira. quem era ele naquele tempo? e quem era ele agora? superficialmente, essas perguntas eram fáceis de responder. seu nome era Jonatan, tinha dezessete anos. Filho de pai e mãe separados quando nascera. estudante, estagiário, pensador, crítico, perfeccionista, idiota, cínico. aquelas eram as respostas que dava quando lhe perguntavam. embora fossem verdadeiras, ele às vezes tinha dúvidas se devia acrescentar mais alguma coisa. afastou-se da porta do quarto e voltou à sala de estar. embora não insistisse nos eventos ocorridos havia tanto tempo, tampouco conseguia deixar de pensar neles. apesar de haver momentos em que gostaria de poder voltar o tempo e apagar toda a tristeza, tinha a impressão de que, se o fizesse, sua alegria também seria diminuída [...] e naquele instante soube que queria tomá-la em seus braços. determinava aquele como o momento em que se apaixonara por ela, e nunca mais deixaria de amá-la. lá fora, o vento voltou a soprar. para além da escuridão espessa, ele nada conseguia enxergar, então deitou-se no sofá com um suspiro de cansaço, sentindo a influência daquele ano transportá-lo de volta no tempo. poderia ter forçado as imagens a se desfazer, mas deixou que viessem. sempre deixava. Isso, recordou, foi o que aconteceu a seguir.
terça-feira, 31 de agosto de 2010
autobiografia *-* ou não '-'
Oi, meu nome é Jonatan Fabrício Antunes dos Santos, eu tenho esse nome de pobre, mas um dia serei rico e mudarei essa porcaria u_u'. Nasci em Porto Alegre, em 23 de agosto de 1993. Creio que foi a principal coisa que me aconteceu *-*. E agora pedem-me que fale sobre mim mesmo, hm. Bem! eu sempre achei que toda confissão não transfigurada pela arte é indecente [veja que frase culta que eu escrevi *-* -qq]. Minha vida está nos meus atos, nos meus gestos, nos meus poemas, [no meu quarto também, se quiseres me visitar lá qualquer dia desses ;9 ahtri >.<] Meus poemas são eu mesmo, nunca escrevi uma vírgula que não fosse uma confissão. Ah! mas o que querem são os detalhes mais sórdidos, as crueldades que pratico, as fofocas não é? Aí vai: eu vejo gente morta G_G tá, parei ;x enfim, estou com 17 anos, mas sem idade. Idades só há duas: ou se está vivo ou morto. Neste último caso é idade demais, pois foi-nos prometida a ETERNIDADE. Nasci no rigor do inverno ;s talvez por isso eu não sinta taaaanto frio às vezes .-. mas prefiro citar a opinião dos outros sobre mim. Dizem que sou modesto. -q Pelo contrário, sou tão orgulhoso que acho que nunca escrevi algo à minha altura. Porque poesia é insatisfação, um anseio de auto-superação. Um poeta satisfeito não satisfaz. Dizem que sou tímido. -q Sou é calado, introspectivo. Não sei porque sujeitam os introvertidos à tratamentos. Só por não poderem ser chatos como os outros? Ok, ok, esse não sou eu! na verdade, eu falo demais, dizem que eu gosto de aparecer, dizem que eu sou polêmico, dizem que eu sou bonito, dizem que eu sou feio, dizem que eu devo me matar, dizem que eu sou engraçado.. enfim, perambulam, por vários lugares, verdades e mentiras à meu respeito. Mas agora, vais saber a verdade sobre mim. Sem mais delongas: eu não sei quem sou! as únicas informações que possuo sobre mim mesmo estão descritas acima, eu juro! por várias e várias vezes tentei, eu, decifrar o meu próprio código, descobrir, enfim, quem sou. Querem saber o que descobri? NADA! Técnicamente, nada. Porque eu estou em constante mudança, eu nunca sei o que vai acontecer daqui dois minutos, ou dois anos. Posso até planejar algo, como sair tal dia com fulano e beltrana, mas ninguém tem certeza que isso acontecerá, só teremos certeza logo após a consumação do ato. Eu páro, às vezes e me pergunto o que tinha por aqui antes de eu nascer(?). Todos têm uma ideia de como era há quinze, vinte anos atrás. mas quem tem menos do que esses quinze, vinte anos não sabe como era, verdadeiramente, porque não vivenciou aquilo. Me pergunto, também, como será daqui quinze anos(?). Eu sei que eu estarei adulto, se vivo estiver, é claro. Terei minha família, minha esposa, se alguma mulher quiser se casar comigo. Terei filhos, isso se Deus me der saúde até lá. Creio, eu, que vou receber a graça de realizar todos os meus planos feitos até agora. Mas e se não der certo? E se tudo for perdido? O que fazer, pra onde ir? Muitas pessoas, até hoje realizaram as chamadas AUTOBIOGRAFIAS. Rabiscando acerca de suas vidas, ora exclamando à todos que quiserem ler: "Ei, eu fiz isso, fiz aquilo!" E que orgulho tu deves ter disso?, ora confessando: "Fiz aquilo outro, mas me arrependi e mudei, etc." E que vergonha tu deves ter de tudo aquilo que fizestes de errado? A vida, mesmo que vivida, não tem como ser colocada em um pedaço de papel. Mas, de muitas formas, podemos nos expressar, mostrar quem e como somos. Nossos hábitos, nossos aspectos mais peculiares, até os mais comuns. E por enquanto é isso, o pouco que vivi, o muito que vivi, as coisas que vi, que senti não podem ser expressas com míseras palavras, sem menosprezo para com as palavras, que sempre estiveram comigo, as únicas que nunca me abandonaram. Esse sou eu, essa é a minha vida.
por: fabrício .
por: fabrício .
@fa__santos para PRESIDENTE *-*
nem Dilma, nem Serra, muito menos Marina. é o @fa__santos que domina! (8) já tenho minha canção pra campanha política *-* -NN
tenho a solução para todos os problemas, mas ninguém me escuta u_u' a nem solução para todos os problemas do Brasil é a Casa da Moeda fabricar dinheiro \o/ alguém me explica por que a Casa da Moeda não fabrica bastante dinheiro e acaba com as dívidas do Brasil? .-. por que a Casa da Moeda não fabrica dinheiro e investe em educação e saúde pros pobre? que buceta mano! eu juro que não entendo o porquê de não fazerem isso. aí sempre tem um idiota que fala assim "eles não fazem isso porque pra fabricar 1 centavo são gastos 9 centavos" tá bom, blz! ¬¬' e pra fabricar 100 Reias são gastos 900 reais? --' aaaaaah tá né ¬¬', nunca mano! então alguém me explica? se todos os países fabricassem dinheiro existiria mais guerra porque aí todo mundo ia ser rico, só que um ia querer ser mais rico que o outro e fim *-------*
vou me candidatar à Presidência e resolver todos os problemas do meu Brasil, que mesmo com toda essa Aids eu amo ele >.< e ninguém vai morrer nas filas de um hospital porque eu vou fabricar dinheiro. e mandar construir Hospitais e contratar médicos muito bons *-* porque vou ter muito dinheiro; vou fazer escolas e faculdades pra todo mundo *-* com cotas pra twitteiros & blogueiros -nnnnn mas quem tem aids não vai entrar DD: e quem goxta de sertanejo também não vai entrar DD: vou fazer uma faculdade só pra quem tem aids; vou mandar asfaltar o Brasil inteiro, porque eu vou fabricar dinheiro; vou dar um Notebook da Apple pra cada Brasileiro; e as cantinas das escolas vão ser substituídas por McDonald's ;g porque mandarei fabricarem dinheiro.
mas agora alguém me explica por que não fabricam dinheiro?! pra mim essa é a solução do mundo, mas sou burro --', alguém poderia me explicar por que não é essa a solução? aah e vota em mim pra Presidente? *------* prometo que te dou 1bj se tu votar em mim ;*
@fa__santos para PresidenteDoBrasil, e tenho dito! (h'
tenho a solução para todos os problemas, mas ninguém me escuta u_u' a nem solução para todos os problemas do Brasil é a Casa da Moeda fabricar dinheiro \o/ alguém me explica por que a Casa da Moeda não fabrica bastante dinheiro e acaba com as dívidas do Brasil? .-. por que a Casa da Moeda não fabrica dinheiro e investe em educação e saúde pros pobre? que buceta mano! eu juro que não entendo o porquê de não fazerem isso. aí sempre tem um idiota que fala assim "eles não fazem isso porque pra fabricar 1 centavo são gastos 9 centavos" tá bom, blz! ¬¬' e pra fabricar 100 Reias são gastos 900 reais? --' aaaaaah tá né ¬¬', nunca mano! então alguém me explica? se todos os países fabricassem dinheiro existiria mais guerra porque aí todo mundo ia ser rico, só que um ia querer ser mais rico que o outro e fim *-------*
vou me candidatar à Presidência e resolver todos os problemas do meu Brasil, que mesmo com toda essa Aids eu amo ele >.< e ninguém vai morrer nas filas de um hospital porque eu vou fabricar dinheiro. e mandar construir Hospitais e contratar médicos muito bons *-* porque vou ter muito dinheiro; vou fazer escolas e faculdades pra todo mundo *-* com cotas pra twitteiros & blogueiros -nnnnn mas quem tem aids não vai entrar DD: e quem goxta de sertanejo também não vai entrar DD: vou fazer uma faculdade só pra quem tem aids; vou mandar asfaltar o Brasil inteiro, porque eu vou fabricar dinheiro; vou dar um Notebook da Apple pra cada Brasileiro; e as cantinas das escolas vão ser substituídas por McDonald's ;g porque mandarei fabricarem dinheiro.
mas agora alguém me explica por que não fabricam dinheiro?! pra mim essa é a solução do mundo, mas sou burro --', alguém poderia me explicar por que não é essa a solução? aah e vota em mim pra Presidente? *------* prometo que te dou 1bj se tu votar em mim ;*
@fa__santos para PresidenteDoBrasil, e tenho dito! (h'
como lidar?
#comolidar ein? D: apaguei todos os posts, perdi os comentários, os seguidores, tudo. mudei totalmente o blog. tinha esse aqui e o whatever for me do wordpress. esse aqui era mais pra falar besteira e fazer você leitor rir. e no outro, eu expressava mais os meus sentimentos. me senti com dupla personalidade assim, e isso não me fez muito bem. resolvi abrir mão de um.
a partir de agora, é aqui que vocês poderão ler sobre mim e outras coisinhas a mais *-*
espero que isso aqui tenha futuro, e eu não mude de ideia.... MAIS UMA VEZ D:
beijs ;*
a partir de agora, é aqui que vocês poderão ler sobre mim e outras coisinhas a mais *-*
espero que isso aqui tenha futuro, e eu não mude de ideia.... MAIS UMA VEZ D:
beijs ;*
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